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segunda-feira, 1 de junho de 2009

História do Artesanato

Por Loren Lopes

Os primeiros artesãos que surgiram no mundo foram no período neolítico (6.000 a.C) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e a tecer fibras animais e vegetais.
No Brasil, o artesanato surgiu neste mesmo período. Os índios foram os mais antigos artesãos. Eles utilizavam a arte da pintura, usando pigmentos naturais, a cestaria e a cerâmica, sem esquecer a arte plumária como os cocares, tangas e outras peças de vestuário feitas com penas e plumas de aves.
O artesanato e folclórico e ela pode ser demonstrado de várias formas como, nas cerâmicas, trabalhos em couro, tecidos de fibras vegetais e animais, pinturas e desenhos primitivos, esculturas, trabalhos em madeiras, bijuteria, renda, filé, crochê, papel recortado para enfeite, etc.
O artesanato brasileiro é um dos mais ricos do mundo e garante o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato faz parte do folclore e revela usos, costumes, tradições típicas de cada região.

Cerâmica e bonecos de barro É a arte popular e de artesanato mais desenvolvidas no Brasil e desenvolveu-se nas regiões do Nordeste, se encontram os bonecos de barro.

Renda a renda, presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos, tem um importante papel econômico nas regiões Norte, Nordeste e Sul, e é desenvolvida pelas mãos das rendeiras.

Entalhando a madeira e uma manifestação cultural muito utilizada pelos índios nas suas construções de armas, utensílios, embarcações, instrumentos musicais, máscaras e bonecos. Os artesanatos em madeira produzem objetos diversificados com motivos da natureza, do universo humano e a fantasia.

Cestas e trançadosA arte de trançar fibras, deixada pelos índios, inclui esteiras, redes, balaios, chapéus, peneiras e outros. Quanto à decoração, os objetos de trançados possuem uma imensa variedade, explorada através de formas geométricas, espessuras diferentes, corantes e outros materiais. Esse tipo de artesanato pode-se encontrar espalhados em diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil como, na Bahia, Mato Grosso, Maranhão, Pará e o Amazonas. Artesanato indígena cada grupo ou tribo indígena tem seu próprio artesanato. A tinta que os índios usam nas tribos é uma tinta natural, extraido de árvores ou frutos. A também a arte plumária são outro importante trabalho indígena.

domingo, 31 de maio de 2009

Feira de Artesanatos no Shopping Chic


Por Loren Lopes

Há setes anos vem acontecendo essa feira de artesanato, em alguns shopping de São Paulo atualmente está no Shopping Chic de Quinta a Sábado das 10:00 às 20:00 h, na rua Antonio Barros, 400 Tatuapé
Há uma variedade de produtos desde bordados de vários tipos, mosaico, caixas, bandejas, suportes, espelhos. bijuterias com pedras, cristais, murano, dread para cabelo, chinelos bordados com miçangas e macrame, sabonetes, sais e espuma para banho, óleo perfumado, peso de porta, artesanato feito com jornal e feltro, porta-jóias, peças decorativas - animais da fauna brasileira, chocolates, tortas e bolos.

O artesão que estiver interessado ou gostaria participar desse evento, entre em contato nos fones: 2623-2806 9407-4852 (falar com Simone). A equipe fornece toda infra-estrutura para o expositor desde o estande, saias e toalhas, cadeiras e local para armazenamento dos produtos.
Vitrine permanente com os artesanatos da feira de segunda a segunda. Mais uma forma de divulgação para os visitantes do shopping conhecerem o mix do evento.

sábado, 30 de maio de 2009

História de Embu das Artes

Por Loren Lopes
A vocação artística da cidade começou em 1937 quando Cássio M'Boy, santeiro de Embu, ganhou o Primeiro Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes Técnicas em Paris. Cássio foi professor de vários artistas e recebia em sua casa artista do Movimento Moderno de 1922 e das artes de São Paulo, incluindo Anita Malfatti, Oswaldo de Andrade, Alfredo Volpi e Yoshio Takaoka.
Cássio M'Boy seguiu-se Sakai de Embu, que começou por ser discípulo de Cássio e veio a ser reconhecido internacionalmente como um dos grandes ceramistas-escultores brasileiros. Sakai e um grupo de artistas plásticos.
A tradição artística da cidade institucionaliza-se e ganha projecção dentro e fora do Brasil em 1964, com o 1º Salão das Artes. Paralelamente, a partir dos finais dos anos 60, a cidade passa a pólo de atracção para hippies, que expõem os seus trabalhos de artesanato todos os fins de semana, dando origem à Feira de Artes e Artesanato, que se realiza todos os fins de semana desde 1969 e que é um dos principais motores da projecção turística da cidade.
A feira funciona aos sábados, domingos e feriados das 9:00h ás 18:00h, e conta com diversos expositores que trazem para o público diversas novidades em alimentação, artes plásticas, artesanatos, culturas, tradições e a feira verde com muitas opções de plantas e flores. Vale à pena visitar.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Liberdade é um pedaço do Japão em São Paulo

A Feira Oriental da Liberdade foi criada com o objetivo de mostrar a cultura japonesa para o público brasileiro

Desde 1975, aos domingos, acontece a feira oriental na Praça da Liberdade. A feira foi criada para que os imigrantes japoneses pudessem expor seus talentos artesanais e mostrar a cultura japonesa à população brasileira. Ao longo do tempo o bairro da Liberdade tornou-se um ponto turístico dentro de São Paulo, podendo encontrar pessoas de vários países e de vários estados brasileiros ,com diversidades culturais , gastronômicas, artesanais e industriais.



O bairro deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais,com isso passou a ser procurado por chineses e coreanos. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro oferece outros atrativos, tais como a Praça da Liberdade, a qual é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon odori (dança folclórica japonesa), campeonatos de Sumo, festivais e eventos culturais.


Na feira da Liberdade, podemos encontrar comidas típicas da cultura japonesa, diversos tipos de produtos como: sabonetes, velas, artigos em couro, bijuterias, plantas, esculturas, quadros, artesanato, roupas, livros, jornais, CDs e DVD’s sobre a cultura japonesa.



Com o passar dos anos, a feira tornou-se um local que abriga não só orientais, mas artesãos que queira mostrar seu trabalho. Além da comida típica japonesa, também pode encontrar por lá barracas baianas, como a de acarajé e de sucos naturais, comida italiana, roupas indianas e objetos modernos, que destoam do clima oriental do bairro.
Texto de Loren Lopes

terça-feira, 5 de maio de 2009

Xica das Bonecas

Por Loren Lopes

Naquela mistura de gente, empurra-empurra, musica alta, uma voz meiga misturava-se aos gritos dos inúmeros camelôs que ali estavam a trabalhar. É a voz de uma jovem senhora alegre e comunicativa, em meio a toda aquela confusão, dedicava-se atenciosamente a arrumar uma de suas bonequinhas feita em feltro.

Xica das bonecas, assim que é conhecida carinhosamente pelas pessoas da rua 25 de março, seu verdadeiro nome, Francisca 55 anos de idade, 20 deles como camelô, em especial com vendas de confecção de bonecas em pano e em feltro que ela mesma diz confeccionar.

Xica também faz decorações em feltro para enxoval de quarto de bebe, lembrancinhas, e muito mais basta encomendar que xica da um jeito de confeccionar.

Para encontrar Xica, ela infelizmente não tem um ponto fixo, mas esta sempre na rua 25 de Março e só andar e procurar que as suas bonequinhas estará sempre chamando a atenção das pessoas que por ali passam.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A Feira Benedito Calixto

Estive esse sábado a passeio na feirinha da Benedito Calixto e fiquei encantada com os artesanatos expostos pelos 320 artistas que fazem parte da feira.

A Praça Benedito Calixto foi inaugurada em 1987, ela e um ponto de referencia para lazer e compras na capital paulista. A feira acontece todos os sábados expondo artesanatos variados, arte em feltro, antiguidades, Brechós de bolsas e roupas de marcas para entidade beneficente, brincos, camisetas, plantas das mais variadas, barracas de pasteis com caldo de cana, doces, salgados e muito mais. O que mais me encantou na feira e o projeto Autor da Praça, projeto que surgiu depois que Mario Lago fez uma visita a praça em Novembro de 1998 e foi concretizada somente em primeiro de Maio de 1999. O projeto Autor da Praça da à oportunidade para os autores lançarem seus livros, ela acontece duas vezes no mês, geralmente no primeiro e último sábado do mês. Há músicos também que se apresentam todos os sábados no chorinho na praça.

Vale a pena fazer uma visita a feira!

Ela acontece todos os sábados das 9 as 19 entre as ruas Cardeal Arco Verde e a Teodoro Sampaio Zona Oeste.

Loren Lopes

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Casa do Artesão

Por Loren Lopes
Este feriado estive a passeio em minha cidade natal, Campo Grande, capital sul-mato-grossense e não resisti a esse encanto histórico da cidade: “A casa do Artesão”.
“A casa do Artesão” fica localizada entre as avenidas Afonso Pena e Calógeras.
A Feira foi constituída em 1923 e nela foi instalada a primeira agência do “Banco do Brasil” da cidade.
De 1938 a 1974, o banco mudou e a casa foi ocupada por artesões do estado.
No dia primeiro de setembro de 1975, o local foi inaugurado como “A casa do Artesão”. Sendo então, na época a construção completamente reformada para acolher dar espaço aos artesões do Estado.

São muitas variedades de peças artesanais que se encontram no espaço. As peças que mais se destacam são: licores de diversos sabores, peças pantaneiras feitas pelos índios da região, peças em argila, bordados, rendas, cestos feitos em palha e objetos de decoração. São peças incríveis e em sua grande maioria representam a cultura e a história do povo deste encantador Estado.

Alguns artesãos da casa comercializam seus produtos para vários estados brasileiros.

São peças encantadoras vale a pena fazer uma visita a esta cidade do nosso pantanal e conhecer “A Casa do Artesão”.

O espaço funciona de segunda a sexta das 8hs às 18hs e aos sábados, das 9hs às 17hs.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Como assim?

Por Loren Lopes

Como assim? Este é o nome da feira de artesanato que desde 2001, reúne mais de 120 artistas no shopping Center 3 na Avenida Paulista com Augusta.

A feira acontece todos os domingos das 10 às 22 horas no primeiro piso do shopping.

Como Assim? Foi inspirado em um mercado em Camden Town, em Londres, feira onde é possível encontrar produtos de diversos países do mundo para apreciar e comprar.

A feira Como Assim? Tem essa mesma finalidade. Expor artes de vários países. Atualmente, ela conta com 120 expositores, cerca de 300 pessoas envolvidas na sua organização e mais 900 artistas. Na feira é possível encontrar bijuterias dos mais variados materiais, roupas para todos os estilos, plantas decorativas, lustres, luminárias, brinquedos, bonecas de pano e feltro, tapets e muito mais.

Muitos artistas da feira já exportaram seus produtos para Alemanha, Canadá, Estados Unidos e França.

Além da feira de artesanato, o shopping Center 3 realiza de segunda à sábado uma feira de antiguidades com aproximadamente 20 expositores, onde podem ser encontrados móveis de diferentes origens, quadros, relógios, pratarias, estátuas, entre outros objetos e relíquias bem conservadas.
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